quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Pensamento 013

Cada pedaço de software tem um contexto (sistemas, processos, legislação, riscos etc.). Maturidade requer aprendizado desse contexto.

Receio que muitos, profissionais e acadêmicos de TI, levarão décadas até concluir que a maturidade ou excelência no desenvolvimento de software NÃO pode ser alcançada de forma abrangente (como pregam alguns promotores da certificação profissional). O que ocorre, de forma abrangente, é que a maturidade ou excelência só pode ser alcançada (de forma comprovável) dentro de um contexto/escopo muito específico, como por exemplo: para um determinado sistema, subsistema, componente ou funcionalidade (feature) governado por um determinado conjunto de clientes e mantido por uma determinada equipe técnica com um determinado conjunto de práticas e ferramentas.

domingo, 26 de junho de 2011

Pensamento 012

As melhores companhias dependem de sua própria reputação.
As medianas dependem de certificações e avaliações.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Pensamento 011

Governança existe para preservar os interesses de quem tem poder.
Profissionalismo existe para preservar os interesses dos demais.

sábado, 21 de agosto de 2010

Pensamento 009

Desenvolvedores de software deveriam ser bons comunicadores, verdadeiros integradores entre os mundos real e digital.
Para reforçar essa idéia:
- Martin Fowler: "Any fool can write code that a computer can understand. Good programmers write code that humans can understand";
- Kent Beck: "Executive sponsorship and strong relationships with people outside the team are crucial to applying XP".

terça-feira, 18 de maio de 2010

Dados e usuários acima do hardware e software

Eu já aprendi com os mais vividos na área de TI: devemos dar mais atenção aos dados e aos usuários do que aos componentes de hardware e software. Estes últimos são apenas os meios para atingirmos objetivos mais nobres.
Os usuários
buscam, informam e modificam os dados, os quais por sua vez influenciam os primeiros. É um ciclo importante que movimenta a era da informação (Web 1.0) e da colaboração (Web 2.0). O fim justifica os meios e não o contrário.

domingo, 16 de maio de 2010

Padrões de TI corporativos

Por questões de economicidade, as empresas querem estabelecer padrões para a divisão de TI. Porém, essa tarefa está cada vez mais difícil.
Um dos motivos para a dificuldade é a frequente evolução das soluções de TI. Outro motivo é a rápida evolução (desejada) dos profissionais de TI, que buscam novos métodos e ferramentas para aumentar sua produtividade (é a TI aprimorando a si mesma).
No caso do desenvolvimento de sistemas de software, diversas empresas já partiram para a adoção de ambientes ágeis, em que são alocadas equipes multidisciplinares (negócio e TI) em regime de cooperação capazes de aprender rapidamente aspectos do negócio da empresa e da tecnologia. A agilidade é tão grande que não dá tempo para disseminar e promover padrões corporativos. Como as empresas então podem construir uma base de padrões de TI corporativos (métodos, ferramentas, indicadores, etc.)?
Entre as ações para amenizar esse problema está a mistura sistemática dos membros das equipes - o popular rodízio dos profissionais. Isso garante a troca de conhecimento e experiência, além de motivar aqueles profissionais que gostam de mudar de ares com maior frequencia.